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A arte Colonial e a Religião

No Brasil colonial a arte em geral girava em torno da Igreja Católica e dos cultos religiosos.
É bem conhecida a presença, no Brasil, de religiosos europeus, como os jesuítas, franciscanos e beneditinos, os quais vieram ao país para catequizar seus habitantes.
Alguns deles tinham experiência em pintura, escultura e arquitetura, adquirida no velho continente. Foram eles os primeiros a realizar obras artísticas no país e a recrutar artesãos e artífices para a decoração de suas construções.
Os artistas do período costumavam ser auto-didatas ou então eram orientados por esses religiosos, nos moldes da tradição ibérica.
Com esse esforço, a pintura começa a aparecer nas construções nordestinas, principalmente em Salvador, cidade que era na época a sede do Governo.
Separando a arte da religião
Já no Século 17, surgem os primeiros sinais de desvinculação da arte à religião.
Assim, por exemplo, o teto da Igreja de Santa Casa da Misericórdia, ainda em Salvador, que apresenta figuras como santos e anjos com roupas como se usavam na época que o artista fez a obra.
Também os rostos são pintados com mais liberdade, lembrando o biotipo dos habitantes daquela cidade baiana.
Destaca-se ainda como pintor religioso do século XVII o Frei Ricardo do Pilar, que pintou o mosteiro de São Bento no Rio de Janeiro e obras como "O Senhor Crucificado", de 1688 ou "O Senhor dos Martírios", de 1690.

11 comentários:

Alvaro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Orley Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gabriel Teixeira disse...

Podemos perceber então que arte barroca foi fruto de uma estrategia da igreja catolica para ter mais adeptos, onde ela usava elementos majestosos
para dar a impressão de grandiosidade celestial, e assim impressionar as pessoas. O motivo da arte barroca foi a conversão por meio da grandeza artistica majestosa das igrejas.

ranneraira08 disse...

Entendemos que a arte movia- se por religiosos, e eles orientavam . Assim a pintura começou aparecer, pintando com mais liberdade.

Mariana Cordeiro disse...

Dois eram os modelos de arquitetura primitiva. A igreja de Jesus de Roma (autor: Vignola) e a igreja de São Roque de Lisboa, ambas de padres jesuítas.

Floreciam as igrejas em todos sos lugares onde chegavam os colonizadores, especialmente no litoral.

Os principais arquitetos do período colonial foram: Francisco Dias, Francisco Frias de Mesquita, Gregório de Magalhães e Fernandes Pinto Alpoim.

A liberdade de estilo dada ao arquiteto modifica o esquema simples, mas talvez pela falta de tempo ou por deficiência técnica não se deu um acabamento mais aprimorado.

Lívia Prado disse...

A arquitetura era bastante simples, sempre com estruturas retangulares e cobertura de palha sustentada por estruturas de madeira roliça inclinada. Essas construções eram conhecidas por tejupares, palavra que vem do tupi-guarani Com o tempo os tejupares melhoram e passam os colonizadores a construir casas de taipa.

Carolina Cintra de Queiroz Medeiros. disse...

O barroco foi o movimento mais importante no Brasil colonial, suas obras serviam para enfeitar as igrejas e eram feitas com o propósito de impressionar os sentidos do observador, baseando-se na reliosidade. O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria.
Eles tinham um grande entrelaçamento entre a arquitetura e a escultura e quem se destacou nesse tipo de pintura foi o nosso conhecido Aleijadinho ( Antonio Francisco Lisboa).

Victória disse...

Os jesuítas ensinaram aos índios e negros o alfabeto, a religião e a trabalhar o barro, a madeira e a pedra. O índio é muito hábil na imitação, mas, também muito primário e rústico na execução. O negro adapta-se mais facilmente e é exuberante no desenho, na arte, no talhe e nas lavras.
Sob direção dos religiosos e de mestres, vindos além-mar, o índio e o negro esculpiram muitos trabalhos, que são a base ao enxerto da arte Barroca, em auge na Europa.

Nay Lima disse...

A arquitetura colonial era bastante simples, sempre com estruturas retangulares e cobertura de palha sustentada por estruturas de madeira roliça inclinada. Essas construções eram conhecidas por tejupares, palavra que vem do tupi-guarani. Com o tempo os tejupares melhoram e passam os colonizadores a construir casas de taipa.

Com essa evolução começam a aparecer as capelas, os centros das vilas, dirigidas por missionários jesuítas. Nas capelas há crucifixo, a imagem de Nossa Senhora e a de algum santo, trazidos de Portugal.A arquitetura religiosa foi introduzida no Brasil pelo irmão jesuíta Francisco Dias, que trabalhou em Portugal com o arquiteto italiano Filipe Terzi, projetista da igreja de São Roque de Lisboa.

http://www.historiadaarte.com.br/artecolonial.html

Bruna Anselmo disse...

A arquitetura religiosa foi introduzida no Brasil pelo irmão jesuíta Francisco Dias, que trabalhou em Portugal com o arquiteto italiano Filipe Terzi, projetista da igreja de São Roque de Lisboa, e foi marcada pelo estilo barroco.
O objetivo dessas obras era evangelizar e adquirir mais adeptos para a Igreja Católica. Artistas eram contratados para causar impacto nos espectadores. Por isso, os principais motivos dessas obras eram temas religiosos.
A grandiosidade das construções variava de acordo com a riqueza da região.
O principal representante do barroco mineiro foi o escultor e arquiteto Antônio Francisco de Lisboa, o Aleijadinho. Suas obras tinham um forte significado religioso, eram feitas em madeira e pedra sabão. Entre as obras que imortalizaram o artista podemos citar : Os Doze Profetas e os Passos da Paixão, que se encontram na Igreja de Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas do campo (MG). Destaca-se também outros importantes artistas do barroco brasileiro: O pintor mineiro Manoel da Costa Ataíde e o escultor carioca mestre Valentim. No estado da Bahia também o barroco se destacou, aparece na decoração das igrejas em Salvador , a igreja de São Francisco da ordem terceira é uma delas.

Anônimo disse...

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